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A Castelo Branco desde meus 17 anos foi o trajeto oficial de São Paulo para casa dos meus pais em Pederneiras. Primeiramente de ônibus, depois com meu primeiro (e único) carro e milhares de vezes de moto.

Logo em uma das primeiras viagens de carro, meu pai me mostrou o Gigante Adormecido e a Torre de Pedra. E desde então aquela placa na Castelo Branco me convidava para conhecer a estranha formação.

Uma vez vindo de São Paulo com minha irmã, me resolvi e sem planejar entrei sentido a cidade de Torre de Pedra. Naquela época não havia muita coisa por ali. Tivemos até que passar com o carro por dentro de um córrego para chegar na elevação.

A cidade prosperou um pouco, mas a Torre de Pedra parece intocada pela tempo e sem referências na internet. Quando passei por lá de moto a poucos dias os habitantes da cidade estranhavam minha procura.
Me senti um E.T. que havia largado o disco voador lá.

Chegando na Pedra encontrei com um simpático nativo que havia acabado de descer dela (finalzinho do vídeo) e contou que a Pedra é um ótimo mirante para quem sobe e que é costume dos casais deixarem o nome gravado nela. Não foi dessa vez que eu escalei a Torre de Pedra. Pelo jeito a placa do Km 167 vai continuar me chamando a atenção por mais algum tempo.

Vamo que Vamo!
Ton.

Confira as fotos:

Segue o mapa para a Torre de Pedra:

ton

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